domingo, 27 de fevereiro de 2011

Volta as Aulas

É pessoal que estuda está voltando a época de estudar ( Choro ). Eu me peguei pensando essa semana, agente no último dia de aula fica super feliz que vamos sair de férias, mas durante as férias agente sente falta de tudo e acabamos ficando tristes por alguns momentos, sente falta dos amigos, das conversas, de alguns momentos durante a aula ou recreio mas menos da aula em si ( Risos ).
O colégio não é apenas um lugar onde você aprende a lê e escrever, somar e subitrair e sim um lugar aonde você aprende a conviver com pessoas aprender um pequeno pedaço da vida, e quando nós ficamos sem essas "aulas da vida" ficamos um pouco sem saber o que fazer e é exatamente isso que acontece na cabeça de algumas pessoas durante as férias, é tão bom estar em casa sem fazer nada, mas é bom também acordar cedo e ver quem agente gosta no colégio mas tudo isso acaba quando vimos os professores entrando ( ¬¬ ). Sim fugi um pouco do tema central do texto ( Vamos retomar o raciocínio ).
Agora sim a temida volta as aulas é um momento deprimente para todos os estudantes e estudantas ( Abraço e uma pegada na bunda Adriana, minha professora de Português "gostosa" ). É pessoal o momento dificil também na volta as aulas é reencontrar aquela professora chata ( Vai pro inferno Edite, minha professora de Física ) é um dos piores momentos é esse, mas tudo na vida nós temos que superar então é o que devemos fazer superar eles.
Bom pessoal é pouca coisa resolvi fazer esse texto com espaço de tempo muito pequeno por isso escrevi pouco mas é só para falar um pouco desse momento que eu e mais milhares e milhares de adolecentes irão passar ou ja estão passando que é a volta as aulas. Minha aulas começão amanha 28/2 ( ¬¬ ), para não deixar no ar escrevi pouco por que agora tem o jogo da semi-final do Gauchão Coca-Cola, Grêmio x Cruzeiro/ POA.
Grande abraço a todos até.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Pequeno Retrospecto

Ola homens, mulheres, gays e hermafroditas, nesse texto quero retratar um pouco do que passei nos ultimos tempos por ae.

Vou começar falando do pico maior de janeiro e fevereiro que é a praia, bom todos planejam ir para o litoral e por lá o que rola pela beira da praia é o futebol e é nesse ponto que quero chegar com toda essa enrrolação. O futebol na praia de Pinhal/Magistério para mim e meus amigos é mais conhecido por "açougue" não, não é o que você está pensando ou é? ( #MEDO ). Vou explicar o "açougue " é um futebol que não visa a bola, que no caso no futebol ela é o principal, no caso do açougue não, ela é só um detalhe o objetivo é pegar o adversário, sim podendo ser até seu companheiro de time ele é muito praticado pelos meus magnânimos ( abraço Almir ) amigos Renan e Lucas e eu é claro, queria deixar claro que praticar o açougue é um ato que só pode ser feito por profissionais da area como agente, exige treinamentos fortes todos os dias. O açougue é uma das coisas que fiz esse ano com meus amigos que sempre estão lá para fazer as indiadas e com essas amizades irei longe, sempre estaremos juntos.

Ae depois que vim para minha humilde residência, ocorreram muitos fatos comigo, e tantos fatos ocorridos por ae pelo mundo a fora, ja falei aqui no blog sobre os desastres do Rio de Janeiro esse é um deles, agora o Egito estão tudo loucos atrás de seus direitos de mais liberdade fazendo horrores pelas ruas estão errados por estar destruindo patrimônio público, mas certos por ir atrás do seus direitos, e o pior o governo de lá cortou toda rede de internet lá no Egito e agora como eles vão ler meu blog? ( choro ). Saindo desse meio de protestos e desastres, vou falar de uma coisa (que também não fica longe de ser um desastre), que chocou todo o Brasil, numa tarde de domingo, Suzana Vieira paga peitinho no Programa do Faustão isso é uma tragédia nacional maior que a do Egito e do RJ juntas #TRÁGICO.

E estou feliz no momento, o Grêmio vai muito bem e dei indiadas ao monumental com meus gloriosos amigos Lucas e Jhon, fui em um jogo com eles e ontem fui em um jogo só com o Jhon muito "coperagem" com eles estamos sempre juntos parceiros.

Bom cheguei ao assunto que desde o começo da postagem queria escrever aqui. Pique excelente zagueiro do futebol espanhol, joga no Barcelona e na seleção espanhola, mas na época que Ibrahimovic jogava no Barcelona foi públicada uma foto um tanto como carinhosa podemos dizer assim entre Ibrahimovic e Pique. Veja:                             

Mas a pouco tempo surgiu o fato que Pique estaria namorando a maravilhosa da Shakira, e esqueceram da foto dele com o Ibrahimovic mas essa semana é públicada outra foto muito mais comprometedoura de Pique com um homem que parece ser homosexual assumido veja a foto abaixo:

Sim, nada contra os homosexuais mas se ele é se assuma e largue a Shakira e mande ela pra minha casa (risos), eu irei confessar dei muita risada quando vi essa última foto dele fazendo biquinho mas queria falar sobre esse assunto aqui mas por favor né quem tem Shakira em casa vai querer virar homosexual? ( muitos risos) acho que não mas cada um faz o que quiser com seu... (Abraço Neila).

Sem falar no meu namoro #FAIL.

Bom pessoal espero que tenham gostado, sexta-feira voltarei falando sobre a voltas as aulas obrigado a todos que acompanham e  um grande abraço a todos.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vagando...

Bom voltamos, não ia blogar mas estou aqui com a cabeça cheia de coisas então quis compartilhar um pouco de mim, do que passei nos últimos dias por ae. Vou começar falando dos fatos explicar eles depois. Namoro, Grêmio, e o que se passa nessa minha cabeça que tem pensado muito últimamente e por muitos momentos confusa demais.
É namorei se alguns acharem estranho vão achar mais estranho o modo que acabou (risos). Começei a gostar de uma menina que cujo o nome não vem ao caso, agente começou a namorar e durou 4 dias se não me engano, é muito estranho mas isso tudo tem um motivo amor não esquecido dela, sabiamos que isso poderia acontecer mas decidimos arriscar e assim acabou.
Agora vou falar do Grêmioooo (grande abraço Paulo Sant'ana), o meu time do coração vem crescendo e caindo mas vem bem com o comando do glorioso Renato Gaúcho, ele pediu reforço e eles vieram e corresponderam muito bem segundo ele, a maioria aprovou a contratação de Carlos Alberto e Escudero, eu gostei bastante, C19 estreou bem mas foi melhor ainda no seu segundo jogo pelo Grêmio contra o Oriente Petroleiro da Bolivia. Para falar do resto do time está no caminho certo e se todos usarem a arma principal dos times que ganham uma Libertadores da América que é (raça, coração na ponta da chuteira e amor a camisa que está vestindo) o Grêmio tem o grupo e qualidade suficiente para ganhar a América pela terceira vez.
 Bom vivi momentos bons e alguns ruins, mas isso é normal na vida de todos temos que saber aproveitar os momentos bons e saber administrar os momentos ruins e foi exatamente isso que fiz, e estou muito bem agora, melhor do que alguns pensam, eu aprendi muito também com algumas coisas que passei que não coloquei no texto acima. É isso por enquanto pessoal daqui alguns dias antes do dia 28 de fevereiro postarei alguma coisa falando das voltas as aulas.
Grande abraço a todos.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Entrevista Paulão da Geral Do Grêmio

Embalando com a última postagem que foi um video falando sobre a Geral do Grêmio, agora vou postar uma entrevista feita com um dos grandes personagens da história da Geral do Grêmio Paulão como ele é conhecido por todos. E semana que vem postarei alguma coisa do que estou vivenciando ne ssa escola que a vida é abraço a todos e continuem acompanhando minhas "indiadas" por ae.

ENTREVISTA COMPLETA:

O cidadão Paulo Ricardo Saldanha talvez não seja conhecido dos leitores. Trata-se apenas de mais um canoense, morador do bairro Rio Branco e freqüentador da Paróquia Imaculada , que tem um hobby bastante comum: o futebol. Torcedor fervoroso do Grêmio, Paulo Ricardo Saldanha não perde um jogo no Olímpico e acompanha a equipe aonde ela vai, juntando-se à fanática massa torcedora do Tricolor pelos estádios deste Brasil. Quando adentra os portões do estádio, porém, o cidadão canoense Paulo Ricardo Saldanha sofre uma transformação. Deixa de ser mais um morador de Canoas e da Rio Branco para transformar-se numa das figuras mais conhecidas de quem acompanha o futebol no Rio Grande do Sul: o Paulão da Geral. Aos 49 anos, Paulão é uma lenda viva: segundo ele, há quem pense que se trata de uma figura virtual, tantas são as histórias que cercam seu nome e a fundação da Geral do Grêmio, talvez a mais importante, influente e inovadora torcida que já surgiu no futebol brasileiro, fruto de uma mescla inteligentíssima entre os estilos brasileiro e hispano-americano (e não somente platino, como alguns crêem) de apoiar o time. Paulão está ciente disso e, como veremos a seguir, acha que a Geral, conhecida pelo mote “amizade, trago e alento”, não pode se limitar a ser apenas um grupo de fanáticos: pode, sim, ser uma força viva e atuante dentro do Grêmio, capaz de ajudar em situações difíceis como as que o clube ora vive. E faz uma revelação que diz muito aos leitores de nosso jornal: a de a Geral do Grêmio  nasceu em Canoas.

Tu és natural de Canoas?

Paulão da Geral: Eu nasci em 1961 e morei em Porto Alegre até os oito anos. Então vim para cá e morei no Bairro Fátima por nove anos. Aí na época da copa de 1974 eu fui para o Rio Branco, onde estou até hoje. E sempre fui gremista. Mas eu não ia a estádio, não era fanático. Lembro que na época em que eu estudava tinha 10 gremistas e uns 35 colorados na minha sala no colégio. O Inter tinha um timaço, foi tri campeão do Brasil, octacampeão gaúcho, era espetacular. Até que 1977 o André Catimba arrebentou a correia da bicicleta e fez o gol. Eu lembro daquele time de cabeça.

Aquele time de 1977 era mítico. Não só porque era um time muito bom – tinha jogadores como Ancheta, Éder, Tarciso, Alcindo, Tadeu Ricci, André Catimba – mas também por esse detalhe, da conquista do título em cima da melhor equipe que o Inter já teve….

PG: Tinha o Iura, que corria todo o campo e marcava o Falcão. Ele é o tipo de jogador que nem tem hoje, ele beijava o distintivo com paixão de verdade. O que mais me marcou era que o Inter era um time muito bom, tenho que reconhecer, e nós ganhamos deles. Lembro que o jogador que eu mais odiava era o Escurinho. Ele entrava aos 40 do 2º. tempo e fazia um gol. Mas aí nós colocamos o time sob as ordens do Tele Santana, que foi um dos melhores treinadores que já teve no Brasil. Não foi o melhor porque teve  o Ênio Andrade, que pegava o time da minha rua e fazia ser campeão (risos). Era o famoso “cabeça”. Mas o Telê fazia as jogadas ensaiadas, o time era todo arrumado. Tivemos também o Oberdan, que era, como dizia o Ratinho, tinha “café no bule”. Quando chegou, disse: “o Escurinho não cabeceia mais na minha área, e não cabeceou mais”. O time tinha sangue e hoje, sinceramente, é o que está faltando.

Já ias ao estádio nessa época?

PG: Sim. Na primeira vez, fui com uns primos colorados que trabalhavam em Porto Alegre e,  por uma ironia do destino, fui na coréia do Beira Rio. Fui assistir o jogo da seleção do Cláudio Coutinho contra a seleção gaúcha, que foi 3 a 3. Depois eu fui num Grêmio e Vasco, quando o Olímpico ainda não tinha essa parte de cima coberta, construída pelo dr. Hélio Dourado. Foram as minhas “estréias” em estádio.

Quando começaste a participar de torcidas organizadas?

PG: Entrar em torcida, só entrei no fim da década de 80. Eu fui entrar até bem tarde lá, mas já vivia muito o Grêmio. Eu trabalhava na Liquigás lá na Rio Branco e eu conheci um rapaz, o Mário, que era da Jovem e me convidou pra ir. Ele disse “Paulão, tu gostas de ir a jogo, então entra na torcida, ganhas uns descontos, vale mais a pena”. Aí entrei e  aquilo virou uma enfermidade. Aí em 2000 nós saímos , eu e mais uns 11 caras , a maioria de Canoas, e formamos a Geral. A base era daqui.

Qual foi o primeiro jogo da Geral?

PG: Bem, foi um processo. A gente teve uma discussão. Eu já tinha uns 30 anos e não queria mais entrar com o Tazmania nas costas e cantar música pro Trensurb, “o terror do trem”. Pô, eu já tava quase avô! (risos). Mas eu não conseguia ficar sentado em casa, também. Aí achei que a gente podia retomar algo dos argentinos, porque, querendo ou não, somos vizinhos, né?. Foi na época do Primeiro Fórum Social Mundial em Porto Alegre. Eu e uns camaradas conhecemos uns argentinos , tomamos uns mates doces, comemos uma carne assada e convidamos a ir para o jogo contra o Atlético Mineiro. Fizemos o primeiro Mercosul da arquibanca, tinha gente do Chile, argentina, tudo. Mas a base era daqui mesmo, de Canoas. Quem começou foram 11 , 12 caras daqui. Um que trabalhava na San Marino, outro que o pai dele era dono da Mosqueteiro, foi morar em Torres e tem dois em Novo Hamburgo, aí ficou eu, o Alemão, o Fabiano, o Leandro e um ou outro. Mas tinha cara que achava que eu era lenda, que eu era virtual. Eu nem sou muito de ficar no foco, mas não sou virtual (risos).


E qual foi a opinião destes argentinos, chilenos e uruguaios que assistiram aos jogos?

PG: Espetacular, acharam legal. Eles viram que no Brasil cantavam as musicas deles e achavam o máximo. Aí um pessoal de Porto Alegre começou a chamar de “Alma Castelhana”, mas a gente nunca chamou disso, não tínhamos nome e não chamávamos de Geral. Quem começou foi a imprensa. Depois, conforme a gente começou a cantar, começou a aparecer um uruguaio que morava em Porto Alegre, um argentino que ficava de passagem e cantava em portunhol, e a gente teve que fazer trabalho pra aportuguesar a música. Eu moro no Brasil, tenho que cantar em português. No inicio foi brabo para entrar com bumbo, faixa, mas acabamos conseguindo.

Como apareceu o nome “Geral do Grêmio”?

PG: Um dia na reunião do BOE, com o coronel Pacheco, tinha reunião com os colorados e os gremistas , e ele perguntou afinal qual o nome dessa torcida e eu pensei na promoção da Pizza Hut que tinha naquela época,que dava ingresso para a Geral. Aí pensei a gente vai na Geral, e vai em proveito do Grêmio, então eu disse: Geral do Grêmio!

Foi naquele momento?

PG: Foi, sim. Surgiu na hora. Mas a gente sofreu problemas. A diretoria, as próprias organizadas começaram a ver a gente como ameaça. E eu acho que é momento da Geral participar mais da vida do clube, nós não podemos ficar só no “amizade, trago e alento”. Porque eu acho que é o maior movimento popular que surgiu no RS nos últimos anos. Eu vejo a Geral como o grande maestro do Olímpico.

E começou espontaneamente….

PG: Mas se tu pegares a torcida do grêmio na década de 70 tu vais ver o ímpeto, a cantoria, mas não tinha essa organização que tem hoje. O torcedor do Grêmio tem um “tchan” diferente, não que o do Inter não tenha, mas a gente tem outra coisa diferente. O Grêmio tem uma identidade forte, copeira. Tinha, né? Porque hoje…

Tu não estás contente com a atual administração?

PG: É só olhar hoje na tabela. O Grêmio ‘tá na ponta de baixo. A gente ganhou o campeonato gaúcho para encher lingüiça. Aí vou dizer que fui campeão da Copa da Amizade contra o Nacional. Acha que nos vamos ir longe assim? Eu acho que não tem pulso. Acho que o nosso presidente não está indo bem. Eu acho que o maior patrimônio de um clube é a sua torcida, mas a torcida não está tendo nem respeito. Sabe quantas vezes a gente conseguiu que o Duda Kroeff falasse conosco? Nenhuma. O Grêmio tem jogado mal, tem feito uma campanha horrível, tens visto alguma briga? A Geral é comportada, a gente quer apenas respeito conosco e que deixe entrar o material  para torcer. O presidente não escuta a torcida, não respeita.

Acha que as administrações anteriores respeitavam mais a Geral?

PG: O presidente Guerreiro, graças a uma intervenção do SR. Denis Abraão, nos deu um apoio. Depois, teve o seu Obino e ele  lavava as mãos. Quem realmente interagiu conosco e botou normas e disciplina, nos escutou e viu coisas que a gente trouxe de bom foi o SR. Paulo Odone. Ele é uma pessoa democrática. Se ele voltar, vai ter apoio de todo mundo.

Falaste que há uma inspiração nas torcidas castelhanas. Como começou?

PG: Lembra das primeiras Libertadores que o Grêmio foi jogar? Até hoje, tu vês um jogo na Argentina, no Uruguai, e vês a paixão que eles têm. A nossa torcida não cantava  todo o tempo, éramos espectadores, o estádio não fazia diferença. A gente tem que ser torcedor e não espectador. Agora, eu sou brasileiro, quero que ganhe da Argentina sempre – apesar de não morrer de amores pela seleção, principalmente quando vai um dos queridos da Branca de Neve treinar (risos) – mas eu respeito muito a seleção deles, a raça deles, assim como do Uruguai, a torcida deles. A Geral mudou o contexto no Brasil. Já fui para a Argentina e Uruguai várias vezes, já fui assistir jogo do Racing. Eu adoro o Racing. A torcida deles é maravilhosa.

As torcidas deles conhecem a Geral?

PG: Eles conhecem, sim, gostam. Eu até já dei entrevista lá. Hoje tem uma turma do Almagro que tem a mesma camisa do Grêmio. Eu até estou querendo entabular com a diretoria do Grêmio o seguinte: o Almagro faz cem anos no mês de janeiro de 2011 e eles querem o Grêmio lá para fazer um jogo com eles. Seria bonito. Estou trabalhando nisso.

O Grêmio é muito respeitado na América Latina?

PG: O Grêmio é muito grande, cara. Tu dás uma volta para a Argentina e todos te reconhecem. A gente tinha até uma amizade com a torcida do Boca até a final da Libertadores, quando deu aquele quebra-quebra….

OT: Existia mesmo aquela amizade de que tantos falavam?

PG: Sim, eu tenho um livro da La 12 assinado pelo chefe da La 12 (risos). Eu até hoje tenho meus amigos, mas não com a torcida. O Nacional, o Almagro, esses são nossos amigos

Qual a tua opinião sobre a construção da arena?

PG: Eu penso assim, a ISL foi o que nos avisou para não embarcar em nada parecido. Acho que tem que rever algumas coisas. Qualquer dia vem um banco aí e coloca o nome deles no nosso estádio. Eu também tenho aquela coisa de ter saudades do Olímpico, mas mesmo assim acho que a coisa tem que evoluir. Além disso, o lugar onde vão construir o Estádio é bom para quem mora na Região Metropolitana. Eu, por exemplo, vou ficar ali do lado, acho até que vou comprar um barquinho para atravessar o rio e ir para lá (risos).

Disseste que a Geral originou-se em Canoas. Vês alguma razão para isso?

PG: Eu vejo assim. Canoas é uma cidade em que as pessoas trabalham fora e moram aqui, não é uma cidade que as pessoas estão de passagem. A cidade está perto de Porto Alegre, de Novo Hamburgo, então para cá migrou muita gente, em Niterói há muitos alemães, ucranianos, e na Rio Branco, quando veio o frigorífico,  veio muita gente de fora. Talvez porque quando surgiu a idéia as coisas estavam meio predestinadas. Porto Alegre é forte em tudo,mas a Região Metropolitana é onde está a população mesmo, as industrias, e abrange muitas culturas diferentes. E somos fortes também em outros estados, como o Paraná, São Paulo e outros.

Hoje, no quadro das torcidas, acha que a Geral é a mais apaixonada?

PG: Acho que é. Mas precisa ainda organizar. A paixão, o sentimento, é a maior. Dou exemplo. O Inter jogou contra o Banfield e eu assisti um jogo com um torcedor deles e ele disse que a nossa torcida era do nível, pra melhor, da do Boca e da do Racing. Temos amizade com Avaí, Vasco, Palmeiras, Coritiba, Atlético Mineiro, cara, a Galoucura eu admiro! É um Racing da vida, os caras não ganham nada há 200 anos e mesmo assim cantam o tempo todo!

E as ações sociais da Geral?

PG: Temos a GAS – Geral Ação Social, que é uma “homenagem” a aquela palhaçada que criaram, o Geral Ataque Surpresa, que diziam ser neonazistas. Isso é bobagem, não tem na Geral. O Grêmio é o único time que tem a cor negra, o único time que tem um negro compondo o hino, o único que tem negro na bandeira. Isso é palhaçada. Por isso resolvemos aproveitar esse nome para fazer algo positivo.

Para ti, quais são as melhores torcidas do mundo?

PG: Acho as mais fanáticos os gregos do Panathinaikos, os turcos do Galatasaray, os, os uruguaios, argentinos, os chilenos da La U. Gosto muito da Galoucura. Em organização aqui no Brasil ninguém ganha dos Gaviões da Fiel, do Corinthians.  Gosto também do Liverpool, eles cantam bem, quando um começa a cantar todos estão cantando. O estádio é todo cadeira, mas tanto faz o cara ficar sentado ou parado, o que importa é o alento. É o que eu digo pros guris: não vamos entrar com bumbo ou trapo? Tudo bem, continuamos com a garganta. Se eles não lacrarem a nossa boca não tem problema.



                                                           Paulão da Geral Do Grêmio

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sem Pensamentos...

Bom não tenho o que escrever estou há algum tempo sem postar alguma coisa por aqui, mas não é por falta do que escrever e sim por que estou muito confuso ultimamente, então estou aqui para postar o video que vem a seguir, ele é um video que para alguns será legal e para outros não, afinal nunca vamos agradar a todos "né"?. Então vejam este video e semana que vem falarei um pouco do que estou passando e não é pouca coisa, abraço a todos que estão acompanhando.